Pessoal:
Ai está a matéria sobre as prováveis mudanças sobre o vestibular da Fuvest.
Entenda as mudanças propostas para o vestibular da Fuvest
USP pretende tornar-se mais acessível para alunos de escolas públicas com novas propostas para vestibular
da Redação
Tamanho do texto? A A A A
Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto") SÃO PAULO - A Universidade de São Paulo (USP) estuda mudar o formato de seu vestibular a partir desse ano. No ano passado, 138 mil estudantes se inscreveram para a Fuvest, o número mais baixo registrado nos últimos 11 anos. Portanto, a universidade estuda meios de voltar a atraís alunos e de tornar seus cursos mais acessíveis para estudantes de escolas públicas. As mudanças devem ser votadas até maio para que as mudanças possam ser feitas já no vestibular do fim do ano.
Veja também:
Fuvest deve mudar a partir deste ano
Você concorda com as mudanças propostas para o vestibular da Fuvest?
Primeira Fase
Como é: Prova de 90 questões que vale o equivalente à metade da nota final do candidato
Como fica: Continua com o mesmo número de questões, só que deixaria de contar pontos na nota global do aluno. Ela serviria apenas como um "filtro de acesso para a segunda fase", segundo o documento da universidade.
Dessa forma, ainda segundo o texto, "a segunda fase passa a ser disputada por candidatos de escolas públicas e particulares, que partirão das mesmas condições iniciais". A USP ainda argumenta que a mudança pode reduzir a influência do preparo em cursinhos pré-vestibulares "que investem em treinamento intensivo para lidar com provas objetivas" e que não são acessíveis aos estudantes carentes.
Segunda Fase
Como é: a única prova obrigatória para todos os candidatos é a prova de português e redação, sendo que as outras provas (todas de dez questões dissertativas) são sempre relacionadas à carreira escolhida pelo aluno.
Como fica: deve passar a ser feita em três dias para todos os candidatos. O primeiro teria português e redação para todos. O segundo dia seria composto de 18 questões dissertativas de física, química, matemática, biologia, geografia e história. O último dia teria dez questões também dissertativas de apenas duas disciplinas ligadas ao curso escolhido pelo candidato.
Outra novidade é que a USP quer que a prova foque cada vez mais em competências e habilidades em vez de conteúdo apenas. Por isso, além dos 10% da 1ª fase, 6 das 18 questões da 2ª etapa serão interdisciplinares.
"Hoje, dependendo do curso, o estudante tem de fazer dez questões de química, por exemplo. Para um aluno de escola pública, é melhor ter menos perguntas dissertativas de uma área que ele não domina", avalia a coordenadora do Curso e Colégio Objetivo, Vera Lúcia da Costa Antunes.
Desde 1977, quando foi criado, o vestibular da Fuvest já teve vários formatos. Mas a mudança maior ocorreu em 2006, quando a reitora Suely Vilela criou o programa de inclusão da USP (Inclusp). Com a intenção de aumentar o número de alunos de escolas públicas na universidade, então em 20%, esse grupo passou a ganhar bônus no exame.
Foram dados 3% para todos os estudantes de escola pública e 6% para os que, dentre eles, fizeram o Enem. Outros 3% vieram do desempenho em uma avaliação no fim do ensino médio. A prova foi feita em 2008, mas não há garantia de que será realizada neste ano.
(Informações de Renata Cafardo, de O Estado de S. Paulo)
Leia mais: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090302/not_imp331856,0.php
sábado, 7 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
1º Texto - Sal
O texto sobre o sal - NaCl, está disponível abaixo, além disso, quem tiver condições procure no youtube por CANÇÃO DO SAL, de Milton Nascimento. Vocês vão perceber que a química também está presente nas letras ...
Um abraço à todos.
Aninha
O COMPOSTO IÔNICO MAIS COMUM: NaCl
O principal componente do sal de cozinha é o cloreto de sódio, um composto químico formado há milhões de anos. O sal pode ser encontrado nos mares ou em locais que um dia foram cobertos por suas águas. É largamente empregado na alimentação humana e animal e em todo tipo de indústria: tecidos, metais, plásticos, borracha, produtos químicos etc.
Nos tempos antigos, guerras sangrentas foram travadas por sua posse. Os romanos pagavam seus soldados com um saquinho de sal, daí o termo salário, utilizado até hoje.
O sal pode ser extraído diretamente de minas (sal gema), como ocorre nos EUA e na Europa ou por meio da evaporação da água do mar, como acontece nos países tropicais, como o Brasil.
As salinas são constituídas por extensas bacias localizadas próximas ao litoral, em regiões que predominam os ventos e as temperaturas elevadas. Nas salinas, a água do mar fica retida em tanques rasos, o que favorece a evaporação.
Com a evaporação da água, inicia-se a cristalização do sal, que será colhido conforme o tipo de salina.
▪ Nas salinas mecanizadas são usadas colheitadeiras que abastecem diretamente caminhões de caçamba, os quais depositam o sal nas pilhas de estocagem.
▪ Nas salinas artesanais o sal é colhido manualmente com o auxílio de “chibancas” (enxadas) e transportado em carros de mão até as “rumas” (pequenos montes) antes de ser colocado em caminhões.
Em algumas regiões salineiras, o estado de miséria e a falta de trabalho levam os salineiros aceitar trabalho em quaisquer condições, mesmo que estas sejam prejudiciais à sua saúde. Grande parte dos trabalhadores do setor não possui nenhum amparo legal. Mesmo assim continuam trabalhando, pois a subsistência da família depende basicamente deles. As empresas, em geral, não oferecem Equipamentos de Proteção Individual (EPI), o que aumenta a freqüência de acidentes e a incidência de doenças ocupacionais.
A enciclopédia da Organização Internacional do Trabalho cita, como principais doenças ocupacionais decorrentes da colheita e industrialização do sal marinho, as enfermidades dos olhos e as lesões da pele.
Os problemas dermatológicos mais freqüentes são:
▪ Calosidades palmares: mais conhecidas entre os salineiros como “calos das mãos”, decorrem da utilização de instrumentos de trabalho;
▪ Calosidades plantares: denominadas pelos salineiros de “maxixe”, caracterizam-se pela formação de verrugas e calos nos pés. Em alguns casos, a alteração da pele se aprofunda mais, chegando a atingir terminações nervosas, o que provoca dor ao andar;
▪ Bolhas: ao romperem-se, as bolhas deixam uma erosão na pele, que poderá evoluir para uma ulceração.
Os problemas oculares mais freqüentes são:
▪ Hiperemia dos olhos: vermelhidão dos olhos;
▪ Catarata: perda de transparência do cristalino;
▪ Pterígeo: espessamento membranoso do tecido ocular.
Fonte:Usberco & Salvador. Química Geral. Editora Moderna.
Um abraço à todos.
Aninha
O COMPOSTO IÔNICO MAIS COMUM: NaCl
O principal componente do sal de cozinha é o cloreto de sódio, um composto químico formado há milhões de anos. O sal pode ser encontrado nos mares ou em locais que um dia foram cobertos por suas águas. É largamente empregado na alimentação humana e animal e em todo tipo de indústria: tecidos, metais, plásticos, borracha, produtos químicos etc.
Nos tempos antigos, guerras sangrentas foram travadas por sua posse. Os romanos pagavam seus soldados com um saquinho de sal, daí o termo salário, utilizado até hoje.
O sal pode ser extraído diretamente de minas (sal gema), como ocorre nos EUA e na Europa ou por meio da evaporação da água do mar, como acontece nos países tropicais, como o Brasil.
As salinas são constituídas por extensas bacias localizadas próximas ao litoral, em regiões que predominam os ventos e as temperaturas elevadas. Nas salinas, a água do mar fica retida em tanques rasos, o que favorece a evaporação.
Com a evaporação da água, inicia-se a cristalização do sal, que será colhido conforme o tipo de salina.
▪ Nas salinas mecanizadas são usadas colheitadeiras que abastecem diretamente caminhões de caçamba, os quais depositam o sal nas pilhas de estocagem.
▪ Nas salinas artesanais o sal é colhido manualmente com o auxílio de “chibancas” (enxadas) e transportado em carros de mão até as “rumas” (pequenos montes) antes de ser colocado em caminhões.
Em algumas regiões salineiras, o estado de miséria e a falta de trabalho levam os salineiros aceitar trabalho em quaisquer condições, mesmo que estas sejam prejudiciais à sua saúde. Grande parte dos trabalhadores do setor não possui nenhum amparo legal. Mesmo assim continuam trabalhando, pois a subsistência da família depende basicamente deles. As empresas, em geral, não oferecem Equipamentos de Proteção Individual (EPI), o que aumenta a freqüência de acidentes e a incidência de doenças ocupacionais.
A enciclopédia da Organização Internacional do Trabalho cita, como principais doenças ocupacionais decorrentes da colheita e industrialização do sal marinho, as enfermidades dos olhos e as lesões da pele.
Os problemas dermatológicos mais freqüentes são:
▪ Calosidades palmares: mais conhecidas entre os salineiros como “calos das mãos”, decorrem da utilização de instrumentos de trabalho;
▪ Calosidades plantares: denominadas pelos salineiros de “maxixe”, caracterizam-se pela formação de verrugas e calos nos pés. Em alguns casos, a alteração da pele se aprofunda mais, chegando a atingir terminações nervosas, o que provoca dor ao andar;
▪ Bolhas: ao romperem-se, as bolhas deixam uma erosão na pele, que poderá evoluir para uma ulceração.
Os problemas oculares mais freqüentes são:
▪ Hiperemia dos olhos: vermelhidão dos olhos;
▪ Catarata: perda de transparência do cristalino;
▪ Pterígeo: espessamento membranoso do tecido ocular.
Fonte:Usberco & Salvador. Química Geral. Editora Moderna.
Começando ...
Oi pessoal! Estamos iniciando este blog que, sem dúvida, será fruto da partipação de vocês!
Estou contando com sugestões, críticas e comentários, ok?
Profª Ana Maria
Estou contando com sugestões, críticas e comentários, ok?
Profª Ana Maria
Assinar:
Postagens (Atom)